Notas do Editor

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Resumo


Editorial

Ricardo Alexandrino

 

            Neste volume, o Laboratório de Estudos Territoriais traz a VI Mostra de Trabalho da Disciplina Métodos Quantitativos aplicados à Modelagem de Sistemas Ambientais, que aconteceu no Instituto de Geociências, na UFMG.

No primeiro artigo, propõe-se  avaliar a aplicação da geoestatística por meio da krigagem ordinária e cokrigagem, buscando identificar qual desses métodos oferece melhor resultado para a estimação da superfície de precipitação para o estado de Minas Gerais, considerando três períodos de análise: média anual, média da estação chuvosa e média da estação seca, para um intervalo temporal de 10 anos (2005 – 2014).

No segundo artigo, o trabalho tem por objetivo analisar a variabilidade pluviométrica da região do quadrilátero ferrífero, assim como espacializar a distribuição da chuva e a sua possível correlação com o relevo através da aplicação de métodos estatísticos e de geoestatística.

Logo em seguida, o terceiro artigo, busca propor uma metodologia para individualização de árvores em plantios comerciais de eucalipto através de modelos digitais produzidos a partir da tecnologia LiDAR.

No quarto artigo, o objetivo do trabalho é apresentar, explicitar, indagar e verificar de maneira incipiente, como funcionam as interações entre segregação socioespacial, mapeamento das fronteiras e com os lugares considerados aglomerados subnormais localizada em setores da capital, e criados diante do atual sistema econômico.

Já o quinto artigo faz parte da dissertação de Mestrado do Programa de Pós-Graduação em Análise e Modelagem de Sistemas Ambientais do Instituto de Geociências da Universidade Federal de Minas Gerais, integrando o projeto “Utilização de Índice de Integridade Ecológica para Classificar a Qualidade de Ambientes Aquáticos de Minas Gerais” Fapemig e Cemig, realizado no Instituto Senai de Tecnologia em Meio Ambiente.

No sexto artigo, o objetivo foi analisar as aproximações entre o modo de vida daqueles que vivem no campo e na cidade, no estado de Minas Gerais. Buscamos verificar, especificamente, como as variáveis referentes ao padrão de consumo de bens duráveis, acesso a eletrodomésticos, as tecnologias da informação e comunicação e meios de transporte se manifestam nos municípios em diferentes níveis de urbanização, de modo a observar as mudanças no modo de vida, via consumo das pessoas que ali vivem.         

O sétimo artigo busca comparar a eficiência do mapeamento de vegetação nativa através de rotinas de escritório. Para tanto, foram aplicados os métodos do Índice de Vegetação por Diferença Normalizada (NDVI), considerado um método especialista, e da Análise por Componentes Principais (ACP), considerado um método generalista.

O oitavo artigo partiu do pressuposto de que a urbanização e a intervenção antrópica podem contribuir para aumento da temperatura. Sendo assim, optou-se por trabalhar com fatores que pudessem caracterizar o nível de adensamento urbano de um local. Foram escolhidos características do meio urbano, no caso densidade populacional e impermeabilização do solo, além das medições de temperatura.

O nono e último artigo tem como objetivo geral determinar as áreas de endemismo de corais hermatípicos na costa brasileira e, mais especificamente, definir as áreas que demandam atenção especial para a proteção das espécies endêmicas no Brasil.

Agradecemos a colaboração de cada autor para esse volume.


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