Análise comparativa dos mapeamentos de temperaturas obtidos por imagens termais e medidas de campo em Belo Horizonte – MG

Jorge Luis Costa Pinto, Fabrício Sousa da Silva, Marcos Antônio Timbó Elmiro, Rodrigo Affonso de Albuquerque Nobraga

Resumo


Dentre as inúmeras variáveis utilizadas em
modelos geoambientais, a temperatura se destaca
pelas limitações e adaptações naturais e
antropogênicas. Seus reflexos influenciam
diretamente o ambiente e alteram a condição do
habitat. A interação da energia solar e cobertura
do solo é peça-chave para entender o ambiente e
planejar ações para melhoria ou sustentabilidade
da qualidade de vida neste ambiente. Para o
ambiente urbano, mapear a variação da energia
solar presente na baixa atmosfera pode subsidiar
estudos relacionados ao comportamento humano
bem como fauna e flora e sua relação com o
ambiente. Neste sentido, o presente artigo objetiva
comparar o uso de imagens termais do Sensor
TM/Landsat-5, com dados coletados em pesquisa
de campo para as temperaturas do ar em Belo
Horizonte-MG referentes a 2008. Os resultados
indicam o potencial do sensor TM para fornecer
dados capazes de representar a variação contínua
da temperatura urbana com resíduos médios de
1,37°C. A análise considerou um rigoroso controle
de correspondência data/hora para o mesmo dia e
tempo dos dados de campo, o que aumenta a
confiança do modelo proposto como adequado
para suportar a aquisição remota de temperatura
de superfície. É importante destacar a
disponibilidade dos dados TM/Landsat para
replicar o modelo.

Palavras-chave


Krigagem Ordinária, Temperatura e TM/Landsat-5

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GEOgrafias: uma publicação do Departamento de Geografia e do Programa de Pós-Graduação em Geografia - IGC/UFMG